30 de Janeiro de 2013

?ndice de Preços ao Produtor sobe em dezembro, revela IBGE

O ?ndice de Preços ao Produtor (IPP) variou 0,30% em dezembro em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este resultado foi superior ao observado na comparação entre novembro e outubro (0,27%). O indicador acumulado em 2012 (em 12 meses, portanto) chegou a 7,16%. Este índice foi superior ao acumulado nos 12 meses anteriores (novembro), que chegou a 6,84%.

O ?ndice de Preços ao Produtor (IPP) variou 0,30% em dezembro em relação ao mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este resultado foi superior ao observado na comparação entre novembro e outubro (0,27%). O indicador acumulado em 2012 (em 12 meses, portanto) chegou a 7,16%. Este índice foi superior ao acumulado nos 12 meses anteriores (novembro), que chegou a 6,84%.

Vale destacar que em dezembro de 2012, 16 das 23 atividades apresentaram variações positivas de preços, contra 15 do mês anterior. As quatro maiores altas foram em perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,85%), fumo (1,49%), papel e celulose (1,22%) e calçados e artigos de couro (-0,81%).

Em termos de influência, na comparação entre dezembro/12 e novembro/12 (0,30%), sobressaíram alimentos (0,07 pontos percentuais ??? p.p.), outros produtos químicos (0,04 p.p.), metalurgia (0,04 p.p.) e papel e celulose (0,04 p.p.).

O indicador acumulado no ano (dezembro de 2012 contra dezembro de 2011) atingiu 7,16%, contra 6,84% em novembro/12. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais na perspectiva deste indicador sobressaíram: fumo (18,52%), alimentos (14,57%), papel e celulose (12,57%) e bebidas (12,00%).

Neste indicador, os setores de maior influência foram: alimentos (2,75 p.p.), outros produtos químicos (1,08 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,71 p.p.) e papel e celulose (0,40 p.p.).

Para finalizar, onze setores tiveram maior influência nos resultados do IPP entre 2010 e 2012. Três deles (alimentos, refino de petróleo e produtos de álcool e outros químicos) foram destaque nos três anos, com alto peso no cálculo do IPP (em dezembro de 2012, a contribuição deles é de 42,22%) e cujos aumentos de preços ocorreram em circunstâncias diferentes. Os preços de alimentos aumentaram em 2010 por conta da pressão de demanda mundial, num quadro de aumento de renda. Já em 2012, além do câmbio desvalorizado, a incerteza quanto a safra de soja foi um dos fatores de maior impacto.

(Redação ??? Agência IN)

Fonte: www.investimentosenoticias.com.br/

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