5 de Março de 2013

PMI de serviços do Brasil recua em fevereiro

De um modo geral, a produção do setor privado brasileiro cresceu em fevereiro, como foi indicado pelo ?ndice Consolidado de dados de Produção HSBC - Brasil que registrou acima da marca de ausência de mudanças. Com um valor de 52.9 pontos, o índice indicou que o aumento mais recente foi sólido, mas que o crescimento se desacelerou atingindo um recorde de baixa de quatro meses.

De um modo geral, a produção do setor privado brasileiro cresceu em fevereiro, como foi indicado pelo ?ndice Consolidado de dados de Produção HSBC - Brasil que registrou acima da marca de ausência de mudanças. Com um valor de 52.9 pontos, o índice indicou que o aumento mais recente foi sólido, mas que o crescimento se desacelerou atingindo um recorde de baixa de quatro meses.

Depois de ajustado para variações sazonais, o ?ndice de Atividade de Negócios HSBC - Serviços registrou 52.1 em fevereiro, abaixo do valor de 54.5 observado em janeiro. Apesar de ter registrado acima de 50.0 pelo sexto mês consecutivo, a leitura mais recente indicou que a atividade de negócios se expandiu apenas modestamente, e pelo ritmo mais lento em quatro meses.

O volume de entrada de novos trabalhos para as empresas que atuam no setor privado no Brasil aumentou em fevereiro, marcando uma sequência de seis meses de expansão. As empresas tanto do setor industrial quanto do de serviços registraram crescimentos sólidos de entrada de novos trabalhos, embora as taxas de crescimento tenham se desacelerado em ambos os setores. Portanto, a atividade de negócios no setor privado como um todo aumentou solidamente, mas pelo ritmo mais lento desde outubro de 2012. Os entrevistados que indicaram níveis mais elevados de novos pedidos relataram que a demanda tinha sido mais forte.

Em fevereiro, o nível de emprego no setor privado brasileiro caiu pela primeira vez em seis meses. As empresas do setor de serviços registraram um ligeiro declínio nas contratações, mas os fabricantes indicaram outro crescimento. Consequentemente, o ritmo de corte de empregos foi, no nível agregado, modesto apenas.

Como reflexo dos custos mais elevados de matérias-primas e de combustíveis, os preços médios pagos pelas empresas que operam no setor privado brasileiro cresceram em fevereiro. Mesmo assim, a taxa de inflação permaneceu abaixo da média para a pesquisa, e tem mantido um ritmo basicamente estável, próximo da tendência, ao longo do último ano.

As empresas do setor privado repassaram aos seus clientes parte da carga da inflação de custos, com os preços médios de venda aumentando por mais um mês. Porém, a taxa de inflação de preços cobrados foi, no nível agregado, modesta apenas e ficou inalterada em relação a janeiro. Os preços dos produtos aumentaram tanto no setor industrial quanto no de serviços, com as taxas de crescimento sendo moderada e modesta, respectivamente.

Os dados de fevereiro indicaram uma ausência de mudanças no nível de negócios inacabados das empresas do setor privado no Brasil. Os fabricantes registraram um acúmulo (embora modesto) de pedidos em atraso, vinculando-o ao crescimento sólido do volume de novos pedidos e às dificuldades com transporte. Por outro lado, os provedores de serviços indicaram uma redução, embora modesta apenas.

Dando continuidade à tendência que tem sido observada em todos os meses desde o início da coleta de dados em março de 2007, as empresas de serviços no Brasil indicaram um grau de otimismo em fevereiro. Mais da metade das empresas monitoradas espera que o nível de atividade seja maior daqui a doze meses, enquanto que 47% antecipam uma ausência de mudanças. Portanto, o grau de sentimento positivo foi forte e indicou um recorde de alta de três meses.

(Redação ??? Agência IN)

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br

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