10 de Abril de 2013

Valor da folha de pagamento real da indústria cresce 2,8%

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje, 10, que o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria ajustado sazonalmente cresceu 2,8% em fevereiro de 2013, após recuar por dois meses consecutivos, período em que acumulou perda de 7,1%.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje, 10, que o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria ajustado sazonalmente cresceu 2,8% em fevereiro de 2013, após recuar por dois meses consecutivos, período em que acumulou perda de 7,1%.

No resultado desse mês, tanto o setor extrativo (10,5%), influenciado especialmente pelo pagamento de participação nos lucros e resultados em várias empresas do setor, como a indústria de transformação (1,7%) apontaram taxas positivas. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral assinalou recuo de 1,5% na passagem dos trimestres encerrados em janeiro e fevereiro e interrompeu quatro meses de resultados positivos consecutivos que acumularam ganho de 4,2%.

No confronto com igual mês do ano anterior, o valor da folha de pagamento real cresceu 2,5% em fevereiro de 2013, 38º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação. Ocorreram resultados positivos em dez dos 14 locais investigados. As maiores influências positivas foram verificadas em São Paulo (1,7%), região Norte e Centro-Oeste (8,5%), Minas Gerais (4,6%), Rio de Janeiro (4,5%), Paraná (4,1%) e Santa Catarina (3,5%). As principais influências negativas vieram da região Nordeste (-2,3%) e da Bahia (-5,0%).

Setorialmente, o valor da folha de pagamento real cresceu em 11 dos 18 setores investigados, com destaque para indústrias extrativas (8,2%), alimentos e bebidas (4,3%), papel e gráfica (6,9%), máquinas e equipamentos (2,7%), produtos químicos (3,7%), borracha e plástico (5,3%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (3,4%) e meios de transporte (0,8%). Os principais impactos negativos foram observados em metalurgia básica (-3,8%), vestuário (-5,1%) e têxtil (-3,3%).

No índice acumulado em 2013, o valor da folha de pagamento real na indústria avançou 1,6%, mas reduziu o ritmo de expansão frente ao resultado do último trimestre de 2012 (7,5%), ambas as comparações contra igual período do ano anterior. As taxas foram positivas em 11 dos 14 locais pesquisados. As maiores contribuições positivas vieram do Rio de Janeiro (5,7%) e da região Norte e Centro-Oeste (5,7%). Minas Gerais (1,7%), Rio Grande do Sul (2,0%), São Paulo (0,4%), Santa Catarina (2,6%) e Paraná (1,9%) também contribuíram positivamente.

As principais influências negativas vieram da Bahia (-2,6%) e da região Nordeste (-0,8%). Setorialmente, o valor da folha de pagamento real avançou em 11 das 18 atividades pesquisadas, impulsionado pelos ganhos vindos de alimentos e bebidas (4,6%), indústrias extrativas (7,4%), produtos químicos (4,8%), borracha e plástico (6,0%), máquinas e equipamentos (2,0%), papel e gráfica (3,2%) e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (2,8%). Os setores de metalurgia básica (-6,4%), meios de transporte (-1,9%) e vestuário (-5,7%) exerceram as influências negativas mais relevantes sobre o total nacional.

A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos 12 meses, ao crescer 3,8% em fevereiro de 2013, apontou redução na intensidade do crescimento frente aos resultados de dezembro (4,4%) e de janeiro (4,1%).

(Redação ??? Agência IN)

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br/

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