4 de Junho de 2013

Confiança da Construção sobe em maio

O ?ndice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, apresentou melhora relativa no trimestre findo em maio, ao registrar queda de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O ?ndice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, apresentou melhora relativa no trimestre findo em maio, ao registrar queda de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este é o segundo mês consecutivo em que o indicador evolui favoravelmente nesta base de comparação: em março e abril, a variação internanual do Indicador Trimestral havia sido de -7,9% e -6,6%, respectivamente. O resultado sinaliza aceleração gradual do nível de atividade econômica do setor ao longo do segundo trimestre de 2013.

Houve avanço tanto do grau de satisfação com a situação presente da atividade como das expectativas em relação aos meses seguintes. A variação interanual trimestral do ?ndice da Situação Atual (ISA-CST) passou de -9,1% em abril para -7,1% em maio. Na mesma métrica, a variação do ?ndice de Expectativas (IE-CST) passou de -4,5% para -1,9%, respectivamente.

Dos onze segmentos pesquisados, sete apresentaram melhora, com destaque para Obras Viárias, cuja variação interanual do índice de confiança trimestral passou de 1,2%, em abril, para 4,8%, em maio; Preparação de Terreno, ao passar de -12,1% para -7,5%, nos mesmos períodos; Edificações (-6,8% para -4,1%); e Obras de Arte Especiais e Obras de Outros Tipos (-5,9% para -3,5%).

A melhora relativa do ISA-CST em maio foi influenciada pelo quesito evolução recente da atividade. A variação interanual do indicador trimestral deste item passou de -8,8%, em abril, para -6,1%, em maio. Das 701 empresas consultadas, 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em maio, contra 25,6% no mesmo período de 2012; ao passo que? 19,3%, reportaram que a atividade diminuiu (contra 16,3%, em maio de 2012).

Por fim, o quesito que avalia a demanda prevista para os próximos três meses foi o de maior influência na melhora do IE-CST. A sua variação interanual trimestral passou de -3,6%, em abril, para -0,6%, em maio. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda no trimestre findo em maio foi de 35,7%, contra 36,3% há um ano, enquanto a parcela das que esperam redução foi de 5,7%, contra 5,5% em maio de 2012.

(Redação ??? Agência IN)

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br/

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