30 de Junho de 2014

162.781 novas empresas foram criadas no Brasil em maio

A Serasa Experian anunciou nesta segunda-feira, 30, que foram criados 162.781 novos empreendimentos no Brasil em maio deste ano, mantendo a estabilidade em relação ao mês anterior, quando foram registradas 163.023 novas empresas.

A Serasa Experian anunciou nesta segunda-feira, 30, que foram criados 162.781 novos empreendimentos no Brasil em maio deste ano, mantendo a estabilidade em relação ao mês anterior, quando foram registradas 163.023 novas empresas. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, o decréscimo foi de apenas 0,1%, mantendo um patamar estável. O número de empresas criadas em abril de 2014 atingiu o maior valor da série histórica, iniciada em 2010, para um mês de abril. O bom ritmo mostra que a Copa do Mundo não inibiu as atividades no setor.

A pesquisa revela que entre janeiro e maio de 2014 o total de novos empreendimentos criados dentro do território nacional foi de 795.328. Este número representa um avanço de 5,2% frente ao total de novas empresas surgidas durante o mesmo período de 2013 (756.137), sendo também maior que os totais registrados durante os mesmos meses de 2012 (748.985), 2011 (642.097) e 2010 (575.247 novas empresas).

Com isso, as Empresas Individuais registraram o maior crescimento (9,8%), com a criação de 17.296 empresas contra 15.759 em relação ao mês anterior. As Sociedades Limitadas ficaram em segundo lugar no quesito crescimento (7%), com 20.707. Em abril o indicador apurou 19.345 novos empreendimentos dessa natureza jurídica. Já o segmento dos Microempreendedores Individuais teve uma pequena queda de 2,6%, com o nascimento de 115.497 empresas em maio. No mês anterior 118.584 empreendimentos foram criados.

De acordo com o levantamento, das 795.328 novas empresas criadas entre janeiro e maio de 2014, 72,1% (573.507) foram de Microempreendedores Individuais (MEIs), 10,2% (80.741) de Empresas Individuais, 12% (95.457) de Sociedades Limitadas e 5,7% do total (45.623) são empresas de outras naturezas jurídicas.

Devido à crescente formalização dos negócios no Brasil, as MEIs vêm registrando aumento desde o início da série histórica do Indicador – em apenas quatro anos, passaram de quase metade do total de novos empreendimentos (43,8%, em 2010) para cerca de três quartos deste total.

Entre as regiões, o Sudeste registrou o maior número de empresas – 402.144 – abertas nos primeiros cinco meses de 2014, com 50,6% do total. A Região Nordeste ocupou o segundo lugar, com 18,1% (143.622 empresas). A Região Sul ficou em terceiro lugar, com 16,3% de participação e 129.899 novas empresas. O Centro-Oeste registrou a abertura de 76.841 empresas e foi responsável por 9,7% de participação, seguido pela Região Norte, com 42.823 novas empresas e 5,4% do total de empreendimentos inaugurados.

Já em comparação com o mesmo período do ano passado, a Região Sudeste foi a que mais registrou aumento no número de nascimento de empresas (alta de 8,1%). A segunda colocada foi a Região Centro-Oeste, com 3,3%. Em terceiro a Região Nordeste, com 2,9%, seguida pela Região Sul, com 1,8%. A região Norte – que entre janeiro e abril deste ano havia registrado aumento de 3% na quantidade de empresas – cresceu apenas 0,6% entre janeiro e maio.

Os empresários continuam mais interessados no setor de serviços, que recebeu de janeiro a maio de 2014, 468.863 novas empresas, o equivalente a 59% do total. Em seguida, surgiram 248.456 empresas comerciais (31,2% do total) e, no setor industrial, foram abertas 66.516 empresas (8,4% do total) neste mesmo período.

Ao longo destes últimos cinco anos, verificou-se um crescimento na participação das empresas de serviços no total de empresas que nascem no país. Esta participação aumentou 5,9 pontos percentuais entre os cinco primeiros meses de 2010 (53,1% do total) e o mesmo período de 2014 (59,0% do total).

Por fim, a participação do setor comercial de empresas que surgem no país tem recuado nestes últimos anos (de 35,3% entre janeiro e maio de 2010 para 31,2% no mesmo período de 2014), ao passo que a participação das novas empresas industriais se mantém estável.

(Redação – Agência IN)

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br/

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