13 de Agosto de 2014

Brasileiros devem estar atentos à importância de retirar o PIS/PASEP

Todo cidadão tem seus direitos e deveres. Muitos deles cumprem os seus deveres, no entanto, não vão atrás de seus direitos, às vezes por falta de informação, outras por preguiça. E essa prática acaba fazendo com que as pessoas deixem de receber até mesmo dinheiro, que poderia trazer mais tranquilidade à vida financeira, solucionando alguns problemas e realizando sonhos.

Todo cidadão tem seus direitos e deveres. Muitos deles cumprem os seus deveres, no entanto, não vão atrás de seus direitos, às vezes por falta de informação, outras por preguiça. E essa prática acaba fazendo com que as pessoas deixem de receber até mesmo dinheiro, que poderia trazer mais tranquilidade à vida financeira, solucionando alguns problemas e realizando sonhos.

“Um exemplo disso é o PIS/PASEP, um benefício pago todo ano ao trabalhador com, no mínimo, cinco anos de cadastro no PIS/PASEP, que tenha trabalhado por, pelo menos, um período de 30 dias no ano anterior com carteira assinada e que tenha recebido, em média, dois salários mínimos mensais. Essa quantia equivale a um salário mínimo, mas, ainda assim, muita gente simplesmente não retira esse valor por não saber que tem esse direito ou por não querer ir atrás para saber o que precisa fazer para recebê-lo”, disse Reinaldo Domingos, educador financeiro.

Para se ter ideia, mais de 23 milhões de brasileiros têm direito ao abono salarial e, no ano passado, cerca de 1,1 milhão não foram retirar o dinheiro. “É importante que as pessoas percebam que não é só uma questão de dinheiro; por trás disso, há, talvez, uma realização pessoal que deixa de acontecer ou um problema que deixa de ser resolvido. O que quero dizer é que essa renda extra traz mais vantagens do que apenas no aspecto financeiro”, ressalta Domingos.

A mesma ideia vale para a restituição do imposto de renda, programas de solicitação de nota fiscal e ressarcimento de algumas taxas bancárias, ou mesmo o simples gesto de pedir desconto em compras à vista, por exemplo. Isso faz parte do processo de educação financeira da população.

“Quando ressalto a importância da educação financeira, é porque sei que, dessa forma, as pessoas saem/evitam o endividamento e entendem que esses pequenos valores podem significar a realização de um sonho, seja ele de curto (até um ano), médio (de um a dez anos) ou longo prazo (acima de dez anos)”, explica o educador.

Para Domingos, quem não valoriza o seu próprio dinheiro, está, sem dúvida, fadado a fazer parte dos índices de endividamento e inadimplência e, claro, alcançará menos objetivos. “É preciso refletir sobre esse assunto, buscar educar-se financeiramente e começar, agora, a correr atrás dos seus direitos”, finaliza.

(Redação – Agência IN)

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br/

Mais Notícias